Mostrar mensagens com a etiqueta Informática Jurídica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Informática Jurídica. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de março de 2007

"UE: sistema português elimina fronteiras"

O PortugalDiário adianta que "O Governo português vai entregar terça-feira aos países que aderiram à União Europeia em 2004 a solução informática que vai permitir a supressão do controlo de fronteiras internas dos Estados-membros, foi hoje anunciado oficialmente, noticia a Lusa.
A cerimónia realiza-se em Lisboa, será presidida pelo ministro da Administração Interna, António Costa, e contará com a presença de representantes dos governos Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa.
A solução portuguesa, aprovada em Dezembro passado pelos então 25, consiste em adaptar o actual Sistema de Informações Schengen (SIS), a base de dados que liga os países deste espaço, dando-lhe capacidade para incluir os novos Estados da UE - que aderiram a partir de 2004 -, até à conclusão do SIS II, o sistema da segunda geração.
Esta solução informática foi desenvolvida por técnicos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), com o apoio de uma empresa portuguesa, a «Critical Software», que já trabalha para a agência espacial norte-americana NASA." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está disponível em texto integral.

terça-feira, 20 de março de 2007

Informatização exige cautela para evitar apartheid

Após vários anos de expectativa, finalmente daremos início a informatização do processo normatizado por lei federal, diante do advento da Lei 11.419/06, que entrará em vigor nesta terça-feira (20/3). Como exemplos das mudanças que serão introduzidas pela lei destacamos:

O uso de meio eletrônico na tramitação de processos judiciais; a comunicação de atos e transmissão de peças processuais (artigo 1º); o envio de petições, de recursos e a prática de atos processuais em geral por meio eletrônico, mediante uso de assinatura eletrônica (artigo 2º); a autorização para que os tribunais criem diários oficiais eletrônicos para publicação de atos judiciais e administrativos próprios e dos órgãos a eles subordinados, bem como comunicações em geral (artigo 4º); a validade de intimações por meio eletrônico (artigo 5º); a autorização para que os órgãos do Poder Judiciário desenvolvam sistemas eletrônicos de processamento de ações judiciais por meio de autos total ou parcialmente digitais (artigo 8º), e o reconhecimento, como originais, dos documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos, com garantia da origem e de seu signatário (artigo 11).

Para ler mais sobre este artigo clique aqui

"Aeroportos com via verde para passaportes electrónicos"

Como dá conta Inês Cardoso no Jornal de Notícias, "Até final do ano, os aeroportos e portos nacionais terão uma espécie de 'via verde' para portadores de passaporte electrónico. O projecto é testado já no próximo mês, em Faro - o aeroporto do país com maior percentagem de passageiros oriundos dos 20 países que dispõem de documentos electrónicos. Está a ser desenvolvido pela Vision Box, empresa especializada em biometria, que concebeu também uma estação móvel de recolha de dados com potencialidades para revolucionar a fiscalização de estrangeiros ou de suspeitos de crimes." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

domingo, 18 de março de 2007

"O livro que me marcou: Agostinho Pereira de Miranda"

Na secção Ideias em Estante do Expresso Economia desta semana, a jornalista Mafalda Avelar dá conta que "'The Future of Law: Facing the Challenges of Information Society', de Richard E. Susskin (1996), é um dos livros que mais marcou Agostinho Pereira de Miranda, licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e pós-graduado em Direito Comparado pela Southwestern Legal Foundation da Universidade do Texas. Advogado do mundo dos petróleos - trabalhou seis anos na Gulf Oil e na Chevron, nos Estados Unidos, sendo responsável pelos assuntos legais das operações em Angola, Brasil e Zaire -, preside hoje a um escritório com fortes ligações internacionais, entre elas, ao continente africano (nomeadamente Angola). Para ele, este livro 'é um ensaio sobre o impacto da tecnologia na administração da justiça.' Da autoria do assessor do Lord Chief Justice de Inglaterra, esta obra ensinou-lhe fundamentalmente duas coisas: 'A primeira, o profundo impacto que as tecnologias de informação têm na administração da justiça - de tal modo que mudaram, e continuarão a mudar, o próprio paradigma da advocacia e a forma como se julga e como se administra a justiça, designadamente nos tribunais. Mas, ainda mais importante, o livro mostra como o aumento de interconectividade cria novas responsabilidades éticas e sociais para os agentes da Justiça.
Segundo este consultor (do World Bank, USAID, OPIC), que é membro de inúmeras organizações internacionais, o papel dos advogados passa por acompanhar a inovação tecnológica e, ao mesmo tempo, garantir os os valores éticos da profissão, que 'são de sempre'. Tudo isto - e utilizando um dos apelos do livro - para que a Justiça 'deixe de ser remota, hostil e difícil de compreender para os seus utilizadores'." (As hiperligações foram acrescentadas)