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sábado, 31 de maio de 2008

"Portugal integra piloto para a interoperabilidade de sistemas europeus de identificação"

Segundo o TeK SAPO, "Portugal integra o grupo de 13 países que estão a trabalhar num projecto orientado à interoperabilidade dos sistemas electrónicos de identificação na União Europeia. Trinta milhões de cidadãos europeus já têm documentos de identificação idênticos ao Cartão de Cidadão português, que permite a utilização electrónica de serviços públicos a nível nacional, revelam números da Comissão Europeia.
O objectivo do projecto é garantir que estes sistemas sejam reconhecidos não apenas no seu país de origem, mas também nos restantes países da EU garantindo acesso a serviços públicos electrónicos num universo mais abrangente. O esforço será todo desenvolvido ao nível da interoperabilidade das soluções tecnológicas já utilizadas em cada país, que se manterão inalteradas.
Para garantir esta interoperabilidade a Comissão Europeia disponibilizou uma verba de 10 milhões de euros a aplicar num projecto com uma duração prevista de três anos. O valor total do projecto é superior, com os parceiros a contribuírem com uma parte igual àquela que é garantida pelo financiamento europeu.
Integram o piloto, para além de Portugal, Áustria, Bélgica, Estónia, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Holanda, Eslovénia, Espanha, Suécia e Reino Unido. Juntam-se a estes a Islândia."

quinta-feira, 1 de maio de 2008

"23 países das Caraíbas querem copiar modelo de governação electrónica cabo-verdiana"

De acordo com A Semana online, "O NOSI divulgou ontem, 30, as iniciativas de internacionalização da sua experiência de governação electrónica. Jorge Lopes, gestor da unidade para a sociedade de informação, disse que, depois de uma conferência, 23 países das Caraíbas querem agora importar o modelo cabo-verdiano.
Segundo Jorge Lopes, 'o modelo de governação electrónica cabo-verdiano é único e está a servir de inspiração para diversos países e organizações'. E, acrescenta Hélio Varela, outro dos gestores do NOSI, 'o negócio de exportação deste modelo tem um potencial de 40 biliões de dólares por ano em África'.
Nos últimos tempos, o NOSI esteve no Gana, onde os seus dirigentes se reuniram com o comité do PNUD no sentido de criar uma academia de governação electrónica para a nossa região oeste-africana. Estiveram também recentemente no Burkina Faso, depois do presidente da Microsoft para África ter classificado Cabo Verde como um exemplo a seguir.
Nos EUA, o NOSI participou, a convite da IFC (Banco Mundial), numa reunião sobre Doing Business, o ranking mundial do ambiente de negócios. Cabo Verde também vai ser objecto de um estudo de caso da instituição, sobretudo devido à iniciativa da Empresa no Dia. No Sal, 70% das empresas já criadas fizeram-na com recurso a este serviço, que deverá estrear-se na Praia no próximo dia 15 deste mês de Maio." (As hiperligações foram acrescentadas)

quinta-feira, 27 de março de 2008

Lei dos EUA permite que governo espione dados de empresas estrangeiras

26/03/2008 - 16h17 , da Folha Online

Companhias de fora dos Estados Unidos que utilizam o Gmail, o serviço de e-mail do Google, além de outras ferramentas oferecidas pela empresa, estão sujeitas ao olhar bisbilhoteiro do governo norte-americano, segundo afirma o jornal canadense "The Globe and Mail".
Conforme o jornal, com base no Patriot Act - aprovado após os ataques terroristas do 11 de setembro - as autoridades dos EUA podem ter acesso à informações que estejam hospedadas em servidores do país, como os serviços do Google.
Mesmo que a legislação de alguns países garanta a proteção aos dados de clientes, as empresas podem ter este sigilo quebrado ao utilizar os serviços do Google, que está sujeito às leis norte-americanas.
O jornal cita o caso da Universidade Lakehead, em Thunder Bay (Canadá), que há cerca de oito meses trocou o sistema de sua biblioteca por um serviço baseado na web oferecido pelo Google, muito mais econômico e eficaz que o sistema anterior. "A universidade fez a troca porque era mais barato. Mas ao ter o serviço do Google de graça, não pode mais garantir nossos direitos", disse ao jornal Tom Puk, ex-presidente da associação de professores da instituição.
A associação entrou com uma queixa contra a administração da Universidade. Os professores afirmam que o acordo com o Google vai de encontro com os termos do acordo coletivo da universidade, que garante o direito à privacidade da comunicação aos membros da instituição de ensino.
Puk afirma que os docentes querem um sistema interno que não permita que pessoas de fora possam ler seus e-mails.
De acordo com o "Globe and Mail", algumas organizações estão banindo as ferramentas inovadores do Google justamente para evitar a espionagem do governo norte-americano.

Riscos
Segundo especialistas em segurança, muitas empresas só agora começaram a perceber os riscos que correm ao utilizar ferramentas baseadas em serviços de web no estilo colaborativo hospedados por empresas dos EUA.
As ferramentas gratuitas do Google são baseadas em publicidade e, automaticamente, extraem informações de conteúdos pessoais (como e-mails) para construir um perfil de publicidade.
O Google, por sua vez, afirma que não mede esforços para garantir proteção às informações de seus clientes.
A empresa, no entanto, não informa com qual freqüência as agências governamentais demandam acesso à informações de clientes ou que tipo de conteúdo das ferramentas baseadas na web já foram solicitadas com base no Patriot Act.

terça-feira, 25 de março de 2008

"Editores querem Google a pagar direitos de autor"

Como dá conta o jornalista Pedro Fonseca, no Diário de Notícias de hoje, "A Associação Portuguesa de Imprensa (API) está a analisar com a sua congénere Asociación de Editores de Diarios Españoles (AEDE) formas de processar e vencer o motor de busca e agregador de notícias Google. O objectivo é conseguir da empresa norte-americana o pagamento pelos textos usados sem retribuição no Google News ou pesquisados e permitir aos editores agregarem os dados das pesquisa aos dos seus sites, potenciando o interesse publicitário com uma audiência agregada.
A aliança entre a API e a AEDE tem uma lógica de custos e defesa das línguas porque uma vitória num tribunal europeu dá vantagens aos editores sul-americanos para avançar com acções semelhantes. A questão é sintomática quando o Google 'não está interessado em lidar com jornais de países mais pequenos', explica, ao DN, João Palmeiro, presidente da API. Também pelo peso dos países, é a AEDE quem lidera o processo desde Janeiro deste ano (apesar de intenções datadas de 2006, logo após a vitória de jornais belgas contra o Google), ao qual a API se juntou em Fevereiro. A aliança garante uma partilha de custos do processo judicial, incomportável para os editores portugueses avançarem sozinhos, explica Palmeiro. As associações estudam ainda o melhor país europeu para apresentar a acção judicial e com mais garantias para não perderem." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

terça-feira, 11 de março de 2008

"UE investiga discriminação americana às empresas de jogos online europeias"

Segundo o TeK SAPO, "A Comissão Europeia deu início a uma investigação que pretende apurar se a legislação americana aplicada às empresas de jogos estrangeiras está a infringir leis internacionais, dando continuidade a um caso que se arrasta desde 2005 e que tem agora novos desenvolvimentos graças a denúncias de empresas europeias.
A investigação é o resultado de queixas apresentadas por empresas europeias no final do ano passado, dando conta de eventuais políticas discriminatórias do Departamento de Justiça norte-americano relativamente às empresas europeias de jogos online.
'Os Estados Unidos têm o direito de levar a cabo políticas que resultam de preocupações relacionadas com o jogo online, mas a discriminação relativamente às empresas da UE não pode ser parte deste mix de políticas', defende a comissária europeia do comércio Peter Mandelson.
As alegadas políticas discriminatórias dos Estados Unidos estarão sob investigação da CE nos próximos cinco a sete meses.
Recorde-se que as acusações contra os Estados Unidos não são novas e ainda em 2005 partiram mesmo da Organização Mundial do Comércio. Os próprios Estados Unidos admitiram-no ao proporem à UE no fim do ano passado uma maior abertura noutras áreas, compensando as políticas restritivas para a área dos jogos online."

Empresas de web vigiam cada clique do usuário

Um famoso cartum publicado em 1993 pela revista New Yorker mostrava dois cachorros ao computador, e um deles dizia ao outro: "Na Internet, ninguém sabe que você é um cão". Mas isso talvez já não seja verdade. Uma nova análise de dados sobre consumidores demonstra que as grandes empresas de web estão aprendendo mais do que nunca sobre os detalhes mais profundos das pesquisas e atividades dos usuários de Internet, e recolhem pistas sobre os gostos e preferências de um usuário típico de Internet ao ritmo de centenas de dados por mês.A análise, conduzida pela comScore, uma empresa de pesquisa da Internet, por solicitação do New York Times, oferece o que executivos de publicidade definem como a primeira estimativa ampla sobre o volume de dados sobre os consumidores transmitidos a cada dia para as empresas de Internet.
Os defensores da privacidade já lançaram alarmes sobre as práticas de empresas de Internet, e ofereceram vagas estimativas sobre o volume de dados que essas empresas recolhem, mas não ofereceram dados abrangentes. As novas análises indicam que as empresas de web estão, na prática, recolhendo pistas fornecidas pelas pessoas quando se movimentam pela Internet e usando-as para descobrir para onde as pessoas irão. Por isso, uma pessoa que procure por informações sobre tópicos desconexos como suplementos de ferro para a alimentação, linhas aéreas, hotéis e refrigerantes pode posteriormente receber publicidade sobre esses produtos e serviços.
Os consumidores não se queixaram muito dessas práticas de coletas de dados até o momento, mas especialistas em privacidade dizem que isso acontece porque a prática lhes fica invisível. Ao contrário do programa Beacon, do Facebook, que causou controvérsia no ano passado ao notificar os amigos dos usuários quanto às compras que estes faziam online, a maioria das empresas não posta uma notificação na tela ao recolher dados sobre as pessoas que visitam seus sites. "Quando você começa a obter detalhes, a situação é ainda mais assustadora do que imaginava"¿, disse Marc Rotenberg, diretor executivo do Centro de Informação sobre a Privacidade Eletrônica, uma organização de defesa do direito à privacidade. "Eles estão registrando preferências, esperanças, preocupações e medos".
Mas os executivos das maiores empresas da web dizem que os temores quanto à privacidade são injustificados, e que suas empresas têm normas em vigor para proteger os nomes e outras informações pessoais dos consumidores contra uso publicitário. Além disso, afirmam, os dados beneficia os usuários, porque tornam mais relevante a publicidade que recebem. Essas empresas muitas vezes conectam os dados sobre os consumidores a códigos únicos que identificam os computadores destes, e não seus nomes. "O que vem a ser a publicidade direcionada, em longo prazo?", diz Michael Galgon, vice-presidente de estratégia publicitária da Microsoft. "É receber conteúdo sobre coisas que interessam ao usuário".
O rico arquivo de dados que as grandes empresas de Internet estão acumulando também está criando uma nova forma de divisão digital no setor. As empresas de mídia tradicional, que recolhem muito menos dados sobre os visitantes de seus sites, sofrem desvantagens cada vez maiores na disputa das verbas publicitárias. As grandes redes de TV, jornais e revistas "não concorrem na mesma divisão", diz Linda Abraham, vice-presidente executiva da comScore. "Eles não podem nem entrar em campo". Durante a curta vida da Internet, as pessoas se acostumaram a usar um indicador derivado da mídia tradicional para determinar sucesso: os números de audiência. Como revistas e jornais, os sites da web em geral são classificados em termos de número de visitantes e de tempo de permanência desses visitantes.
Mas na Internet, os anunciantes cada vez mais escolhem onde posicionar seus anúncios com base naquilo os sites conhecem sobre os internautas. A análise da comScore é uma tentativa inovadora de estimar quantas vezes as grandes empresas de Internet coletam dados sobre seus usuários a cada mês. No passado, as empresas de Internet só podiam monitorar as atividades de usuários em seus sites. Mas nos últimos dois anos, elas expandiram seu alcance ao agir como intermediárias que colocam publicidade em milhares de sites, e com isso conseguem acompanhar a atividade dos internautas em sites alheios. Grandes empresas da web, como Microsoft e Yahoo, também adquiriram companhias com acesso a dados ricos sobre os consumidores, no ano passado.

Fonte: The New York Times

segunda-feira, 3 de março de 2008

Grupo vende filmes em cartão de memória flash

SÃO PAULO - Para avançar na transformação do mercado de vídeos, o grupo americano PortoMedia vai vender e alugar filmes em cartões de memória flash.
A empresa explica, em seu web site, que a idéia é oferecer os títulos no formato mais cômodo para o usuário: um cartão flash. Assim, o espectador que comprar um filme poderá vê-lo no PC, em um dispositivo portátil ou mesmo na TV, se tiver uma TV que aceite cartões flash.
Para promover o serviço, a PortoMedia abrirá quiosques em shoppings e outros centros de consumo nos Estados Unidos.
Quem alugar um filme, poderá gravá-lo em um cartão flash ou iPod. O vídeo alugado só pode ser executado um número restrito de vezes.
Já quem comprar o filme, poderá executá-lo infinitas vezes e copiá-lo para outras mídias, como o HD de seu PC. Inicialmente, o serviço estréia com 350 títulos. O fundador da PortoMedia afirma, no entanto, que espera fechar acordos com estúdios e ter um catálogo de 5 mil filmes disponíveis para seus clientes.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032008/03032008-15.shl

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

"Governos mundiais não respeitam a privacidade dos cidadãos "

Segundo o Tek SAPO, "A organização de defesa dos direitos humanos Privacy International compilou a lista dos países com melhores e piores práticas de vigilância, um ranking onde várias regiões analisadas saem de cabeça baixa dadas as metodologias implementadas nos seus territórios.
Motivados pelas preocupações acerca da imigração ilegal e controlos de fronteiras, os governos mundiais adoptaram sistemas de vigilância que lhes permitissem gerir as entradas e saídas dos seus países. A juntar a esta situação, os casos de criminalidade levaram a que outros métodos fossem adoptados e, no final, passou a existir uma vigilância mais apertada que, por vezes, põe em causa a privacidade dos cidadãos.
Entre as estratégias utilizadas mundialmente destacam-se o controlo biométrico, a monitorização de veículos, as escutas telefónicas, as bases de dados de ADN, os acordos de partilha mundial de informação e outros sistemas que permitem a troca de informações entre várias entidades.
A Privacy International refere que entre os países que menos têm em consideração a privacidade dos seus habitantes destacam-se os Estados Unidos, China, Rússia, Tailândia, Taiwan, Singapura, Malásia e Inglaterra. Por outro lado, a Grécia destacou-se como o país que mais respeita a privacidade dos cidadãos, apresentando 'protecções adequadas contra abusos'. Nos lugares cimeiros encontram-se ainda a Roménia e o Canadá.
Mesmo assim, o estudo conclui que nenhum país respeita totalmente os direitos humanos no que se refere à privacidade de cada um."

sábado, 13 de outubro de 2007

Justiça dos EUA condena dois à prisão por spam pornográfico

A Justiça americana condenou dois homens a passar mais de cinco anos em uma prisão federal por terem enviado milhões de e-mails pornográficos não-solicitados. A sentença, dada por um tribunal de Phoenix, faz parte do primeiro processo sob a nova lei federal anti-spam, segundo o Departamento de Justiça dos EUA.
Jeffrey A. Kilbride, da Califórnia, e James R. Schaffer, do Arizona, foram acusados de adquirir endereços de e-mail e enviar links de sites pornográficos. As acusações também incluíram conspiração, lavagem de dinheiro, fraude e transporte de materiais obscenos.
Os promotores públicos afirmaram que Kilbride e Schaffer, ambos com 41 anos, começaram seus negócios de distribuição massiva de mensagens eletrônicas há quatro anos e lucraram mais de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 3,6 milhões) em comissões.
Ainda segundo os promotores, em nove meses de 2004, os dois, junto com alguns sócios, transmitiram mais de 600 mil mensagens eletrônicas com publicidade de sites pornográficos. Kilbride e Schaffer eram pagos pelo número de pessoas que acessavam os sites por meio dos e-mails enviados.
Fonte: Folha Online via Juristas

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Salvando o patrimônio cultural

Conforme divulgado pelo site da Folha de São Paulo, o Google vai digitalizar 800 mil livros e manuscritos da Universidade de Mysore (sul da Índia), incluindo os primeiros tratados políticos indianos, do século 4º antes de Cristo.
"Temos cerca de 100.000 manuscritos escritos em papel e sobre folha de palma, alguns deles do século 8. O esforço é restaurar e preservar esta herança cultural para divulgar o conhecimento", disse em à agência indiana "Ians" o vice-reitor da Universidade, J. Shashidhara Prasad.
Segundo Prasad, o Google se ofereceu para digitalizar os manuscritos, assim como cerca de 700 mil livros, sem a necessidade de pagamento, mas obtendo, em troca, livre acesso às obras.
É uma forma de manter o patrimônio cultural para toda humanidade, o que prova que gestos simples podem fazer a diferença.

terça-feira, 6 de março de 2007

"Otro revés judicial para Google y Yahoo!"

A questão aqui no Brasil tem sido discutida sobre a utilização de tags e meta-tags e deep links para otimizar as páginas de sitios eletrônicos de empresas ou pessoas que em nada se relacionam com aquele conteúdo.
La nación (01/03/2007):
"La Cámara de Apelaciones en lo Civil confirmó la orden a los buscadores de Internet Yahoo! y Google para que quiten de sus páginas las referencias a modelos argentinas que aparecen mencionadas en links con contenido pornográfico. Dos salas de la Cámara de Apelaciones ordenaron a Yahoo! de Argentina y Google Inc. que eliminaran de sus patrones de búsqueda las referencias que vinculan a las modelos Melina Marisol Pitra y María Agustina Sosa con páginas de contenido sexual en las que fueron incluidas sin autorización ni consentimiento. En el caso de Pitra, la Sala F, con las firmas de los camaristas Fernando Posse Saguier, José Luis Galmarini y Eduardo Zannoni, sostuvo que la inclusión en sitios con contenidos relacionados con el tráfico de sexo afecta derechos de rango constitucional. 'Si el buscador de Internet puede preseleccionar o remover cualquier contenido que esté disponible a través del servicio, no se advierte cuál es el gravamen que le genera' cumplir con la medida cautelar dictada en primera instancia, en este caso a favor de Pitra. Pero, según fuentes judiciales, unas 80 modelos obtuvieron medidas similares, por lo que el fuero civil tiene para estudiar una catarata de juicios por idénticas razones. Sobre la situación de Sosa, la Sala C, con las firmas de los jueces Omar Díaz Solimine y Luis Alvarez Juliá, coincidió en que 'se encuentra en juego el derecho constitucional a la imagen y el honor' y advirtió que la continuidad de la aparición de la modelo en los buscadores podría causar un 'perjuicio irreparable'. Los abogados Gustavo Tanús y Martín Leguizamón presentaron medidas cautelares en representación de modelos y actrices que descubrieron que colocando sus nombres en los buscadores aparecían asociados a sitios pornográficos. Además, presentaron demandas civiles contra los dos buscadores más populares por un total de 20 millones de dólares. Tanús explicó a LA NACION que el más avanzado de esos juicios es el de la modelo Geraldine Neumann. Hasta ahora, ningún juzgado de primera instancia rechazó estas medidas cautelares, y éstos son los dos primeros fallos de la Cámara de Apelaciones en lo Civil que los confirman. Al responder a los pedidos de la Justicia, Google y Yahoo! argumentaron que por cuestiones técnicas no podían dar de baja los links y las fotos, no obstante lo cual Yahoo! cumplió el mandato judicial y bloqueó los accesos a las páginas web con las imágenes de las mujeres demandantes. Entre las que reclamaron se cuentan Pamela David, Nicole Neumann, Julieta Prandi, Karina Jelinek, Silvina Luna, Victoria Onetto y Romina Gaetani."